M Magazine
M de Mindfulness
Podemos passar uma vida com a ilusão de algo, sem a realmente ver na sua essência. E isto aplica-se a muita coisa… A nós, às pessoas, às vivencias … ao mundo. Ilusão ou desilusão? Curioso como na essência, a ilusão é um erro da nossa perceção. No entanto colocamos maioritariamente Ler mais…
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A Fórmula da Felicidade
Já em março, o número de mulheres que tinham perdido o seu emprego era quase cinco vezes superior ao número de homens. Para além do mais, as mulheres realizam a maior parte do trabalho adicional não remunerado decorrente do encerramento das escolas, dos serviços de guarda de crianças e de apoio a familiares doentes e do fecho das cantinas…
"time in"
M de Mindfulness
Se nos perguntassem como nos descreveríamos, o que será que diríamos? Todos estes diferentes lados que vivem em nós e que lutam pelo seu próprio protagonismo. Desde aquelas personagens mais sombrias às mais alegres. E ainda dentro destas personagens os quantos mundos existentes. Desde o ar regenerado ao totalmente Ler mais…
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Amor & Etc.
O MEU PRIMEIRO AMOR, OU, COMO QUASE SEMPRE ACONTECE, O MEU PRIMEIRO ERRO DE CASTING
Tinha 15 anos quando me apaixonei pela primeira vez.
Digo que me apaixonei, porque foi a primeira vez que me encantei por um rapaz e chorei por ele. Na verdade, não sei se foi mesmo paixão, mas lembro-me de ter sentido borboletas na barriga, de ter sofrido de insónias e de ter provado o sabor amargo do ciúme. Talvez seja isso que construiu na minha memória a ideia da primeira paixão.
Antes disso já me tinha interessado por um tímido colega de turma só porque ele tinha olhos azuis, e mais tarde pelo primo de uma amiga pela mesma razão, e depois ainda por outro rapaz no 7º ano do liceu, que por acaso também tinha os olhos da mesma cor. Coincidência? Talvez não. O que aconteceu com estes rapazes é que o primeiro nunca conversou comigo porque era muito tímido, o segundo nunca me tocou a não ser quando dançávamos slow nas festas de anos dessa minha amiga e o terceiro, o homem que me deu o primeiro beijo na boca da minha vida, era parvo, convencido, namoriscava todas e mais alguma e além disso aquele beijo soube-me horrivelmente, parecia que estava a lamber o fundo de um lata de atum. Posto isto, acho que estes três não contam, portanto o primeiro foi mesmo o que me fez sonhar que um dia mais tarde me iria casar com ele.
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Hotelaria e Coaching
Tenho os meus objetivos de vida bem claros desde muito nova. Ativei-os no meu SAR – Sistema de Ativação Reticular e trabalho-os para os alcançar. O primeiro objetivo, ser Diretora de Hotel, alcancei aos 29 anos, após um percurso de trabalho e formação. O segundo objetivo, iniciar o meu caminho Ler mais…








